O que é um motor monofásico

O assunto que trataremos hoje é o motor monofásico. Um dos principais motivos para o uso desses motores é a necessidade de um motor de baixa potência, por exemplo até 2kW ou 3kW.

Os motores monofásicos são próprios do âmbito doméstico ou de instalações comerciais onde não existe acesso à corrente alternada trifásica. Alguns eletrodomésticos como geladeiras ou lavadoras são acionados por motores monofásicos.

Já falamos acerca do motor trifásico, um motor usualmente destinado a sistemas industriais ou comerciais e que requer uma fonte de energia elétrica trifásica.

Motor Monofásico
Motor Monofásico

No que consiste um motor monofásico?

A definição mais simples e concisa para definir essa máquina é a seguinte: o motor monofásico é uma máquina rotativa que converte energia elétrica em energia mecânica.

Conforme falamos aqui que os motores trifásicos não eram próprios do âmbito doméstico, devido principalmente à necessidade de uma fonte de alimentação de corrente alternada trifásica – pouco habitual em residências -, os motores monofásicos são os motores comuns na maioria de casas.

Entretanto, quanto ao seu funcionamento, componentes e simplicidade, são muito similares aos motores trifásicos. Diferem principalmente na necessidade de um bobinado auxiliar para iniciar o giro do rotor.

Além disso, o conjugado motor é usualmente mais baixo que o dos motores trifásicos, ainda que se possam conseguir potências de até 10hp e funcionar com tensões de até 440V. Isso se deve a que os motores monofásicos possuem uma única tensão alternada, em comparação à onda tripla dos trifásicos.

As fontes de potência monofásicas são comuns nas instalações dos lares brasileiros e por isso, esses motores de tamanho reduzido são os ideais para acionar os sistemas de todo tipo de eletrodomésticos ou instalações residenciais.

Quais são as partes de um motor monofásico?

Podemos diferenciar em três tipos os componentes principais de um motor monofásico. Estes seriam os seguintes:

O estator, que é a parte fixa do motor. Basicamente é composto de um núcleo de chapas de aço sobre o qual se colocam, numas ranhuras, dois enrolamentos de fio de cobre (principal ou de trabalho, e auxiliar ou de partida).

O rotor, que é a parte que gira num motor monofásico, graças ao campo magnético gerado pelo estator, como veremos em seguida. Se compõe de um eixo – que ao final será o responsável por transferir a energia mecânica, em que vai inserido um núcleo magnético constituído por lâminas de aço, que por sua vez incorpora longitudinalmente umas barras de alumínio formando uma estrutura conhecida como “gaiola de esquilo”.

Em terceiro lugar encontramos os escudos, situados nos extremos do estator, cuja função é manter na posição o eixo do rotor.

Obviamente, nos falta falar da carcaça, que não é outra coisa que o elemento que protege todas as partes de um motor monofásico de qualquer dano ou perturbação que provenha do exterior.

Como é o funcionamento de um motor monofásico?

O funcionamento de um motor monofásico é essencialmente o mesmo que o do motor trifásico. Geram energia mecânica através da energia elétrica baseando-se no princípio de atração e repulsão entre um ímã e um núcleo magnético ao que se aplica uma corrente elétrica.

Nesse caso, o estator é o que recebe a corrente alternada do exterior e onde estão situadas as bobinas, por isso que essa parte também se conheça como indutor. No rotor estão situadas as barras metálicas que funcionam como condutores da eletricidade.

No estator, por ação da corrente monofásica, é gerado um campo magnético que produz uma força eletromotriz nas barras do rotor. Essas barras estão dispostas em forma de espiras e, devido ao anteriormente comentado, giram gerando essa energia mecânica para a qual estão concebidas.

Quais são os tipos de motores monofásicos?

Nos motores monofásicos (ao contrário dos trifásicos) o estator produz um campo magnético estacionário pulsante que não é capaz por si mesmo de provocar um conjugado de partida. Para gerar esse conjugado de partida o motor precisa de um enrolamento auxiliar defasado 90° com respeito ao enrolamento principal.

Essa característica se deve a que existe a necessidade de criar um campo bifásico partindo de um monofásico. As diferentes disposições destes enrolamentos ditam a tipologia do motor monofásico.

Contando em que podem existir muitos tipos de motores monofásicos, usualmente eles se dividem em duas grandes categorias. São as seguintes: motor monofásico de fase partida, e de espira em curto-circuito ou de sombra.

Motor monofásico de fase partida

Nesse motor se distinguem dois bobinados, o principal e o auxiliar ou de partida. O bobinado auxiliar é necessário somente na partida, pelo que em alguns motores um interruptor desconecta a corrente desse bobinado (solução muito pouco empregada), enquanto que na maioria dos motores o bobinado auxiliar vai em série com um condensador que lhe confere a corrente em defasagem necessária para a partida. Após a partida o bobinado auxiliar e seu condensador seguem ativados, por isso que a esse tipo muito comum de motores se denominem também de condensador permanente.

Motor monofásico de espira em curto-circuito

No lugar do bobinado ou enrolamento auxiliar, se utiliza um anel de bronze ou cobre também conhecido como “espira de Frager”, que atrasa o fluxo magnético para proporcionar um campo alternado. Está concebido para motores de baixa potência.

Quais são as aplicações dos motores monofásicos?

Comentamos acima que sua baixa potência e demanda de uma fonte de alimentação de potência monofásica coloca esses motores em usos não industriais: como lares, escritórios ou pequenos comércios.

Existe outra tipologia não mencionada, conhecida como motores monofásicos universais. Esses podem trabalhar independentemente da corrente que recebam, seja corrente alternada ou corrente contínua. São de alta potência em comparação ao seu tamanho, porém de vida reduzida (por desgaste das escovas) pelo que se empregam em aspiradores, espremedores, batedeiras, etc.

Vimos que os motores monofásicos são, geralmente, de um tamanho reduzido e uma potência também baixa, com o qual são adequados para instalações pequenas ou eletrodomésticos. Por exemplo em sistemas de ventilação ou calefação, máquinas de costura, furadeiras, máquinas de ar condicionado ou sistemas de abertura e fechamento de portas de garage ou estacionamentos.

Já que os motores monofásicos são baratos de produzir e simples em construir, são produzidos em massa e tem como resultado um baixo custo para o cliente. Além disso, a instalação elétrica destinada a suportar esse tipo de motores tampouco exige grandes esforços ou investimentos, com o que ajudarão a economizar custos também nesse sentido.

Obviamente, reduziremos a aplicação de motores monofásicos a âmbitos bastante específicos devido aos fatores já comentados: conjugado de partida baixo, reduzido rendimento e também fator de potência limitado.

Os motores monofásicos são de baixa eficiência, isto é, consomem bastante energia em comparação com a potência que geram, e por isso que se começa a usar cada vez mais os motores EC (eletronicamente comutados), que são mais potentes, mais rápidos e mais eficientes que os monofásicos.

Velocidade de Descarga de Ventiladores – Mitos e Verdades

A velocidade do ar, na boca de descarga de ventiladores industriais, é um parâmetro muito usado nas especificações técnicas destes equipamentos, por parte de projetistas e usuários de sistemas de ventilação. O fundamento em limitar a velocidade de descarga do ar na saída do ventilador, seria por estar assim também limitando o ruído emitido pelo mesmo. Na realidade a velocidade de descarga (vd), pouco ou nada, tem a ver com o nível de ruído emitido pelo ventilador. O ruído emitido por um ventilador está relacionado com o tipo de ventilador, sua vazão e pressão de operação, sua velocidade de rotação e seu rendimento. Portanto a velocidade de descarga não compõe nenhuma das fórmulas do roteiro de cálculo de ruído de um ventilador.

            Sendo a vd um fator fundamental, que tem como consequência a determinação do tamanho do ventilador adequado para atender o critério estabelecido pelo projetista, alguns fabricantes de ventiladores comercializam equipamentos com bocas de descarga aumentadas, em dimensões superiores às estabelecidas nas normas AMCA 99-2001-82 e AMCA 99-2401-82. Seu objetivo é selecionar e ofertar ventiladores de menor tamanho, que atendam ao critério de uma velocidade de descarga mais baixa, em comparação com um ventilador maior que atende o dimensional especificado em norma técnica internacional. Assim conseguem obter sucesso comercial oferecendo equipamentos de menor custo, mas em desacordo com a melhor técnica, proporcionando vantagem enganosa ao cliente.

            Para melhor regulamentar o tema, a AMCA (Air Movement and Control Association Inc.)  apresenta o conceito de “Área de Jato – Aj” ou “Blast Area”, que é a verdadeira área de saída do ventilador, ao contrário de “Área de Descarga – Ad” ou “Outlet Area”. A Área de Jato é aquela considerada na seção da lingueta do ventilador, e não na seção do flange. Considerando assim, os ventiladores de boca de descarga aumentada são ainda mais perniciosos, pois sua área de jato é menor que a área de um ventilador de maior tamanho, e não vice-versa.

Nível de Turbulência

Fora isto, a utilização de uma área de descarga superior ao limite das normas AMCA indroduz uma maior turbulência no fluxo de ar, como pode ser visto nas figuras acima, gerando ruído e perdas de carga maiores que aquelas obtidas por um ventilador bem projetado.

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Respiradouros para cozinhas. Requisitos e recomendações.

A cozinha é um dos locais onde mais gases, fumos e odores se acumulam. Neste espaço, é especialmente necessária a existência de grelhas de ventilação para cozinhas que complementem a ventilação natural e aquela produzida pelas condutas de extração.

Respiradouros de Cozinha

Neste texto, vamos destacar as grelhas de ventilação para cozinhas domésticas.

Regulamentos a serem aplicados na ventilação de cozinhas domésticas.

Para ter uma base sólida, devemos olhar a seção HS3 do documento básico do HS no que diz respeito à saúde, levando em consideração vários aspectos:

    Este documento estabelece que deve estar disponível nas zonas de cocção das cozinhas um sistema que permita a extração para o exterior dos poluentes derivados da sua utilização. Este sistema é independente da ventilação da casa. Esta norma será cumprida quando o sistema permitir a extração de uma vazão mínima de 50 l / s da zona de cozimento da cozinha.

    As cozinhas deverão ter aberturas de extração. A referida abertura de extração deve estar localizada na área mais contaminada da cozinha, que é, como vimos no ponto anterior, a área de cozimento. Estas aberturas de extração serão conectadas a dutos de extração (um único pode ser compartilhado por cozinhas, banheiros, sanitários e depósitos) e sua localização a uma distância do teto inferior a 200 mm e a uma distância de qualquer canto é obrigatória. Ou canto vertical maior que 100 mm.

É obrigatório implementar um sistema de ventilação por extração mecânica. Este ponto leva à necessidade de ter um exaustor conectado a um duto de extração independente do resto dos dutos de ventilação gerais da casa. SE a referida conduta for partilhada por vários extractores, todos deverão incluir uma válvula automática (ou qualquer outro sistema anti-reversão) que lhes permita manter a ligação à conduta aberta apenas quando este estiver a funcionar.

As aberturas de ventilação que ficam em contato com o exterior devem ser dispostas de forma que não permitam a entrada de água da chuva.

Além disso, as cozinhas devem ter um sistema complementar de ventilação natural, como janela ou porta para o exterior.

Essas diretrizes são algumas das regras a serem aplicadas na ventilação de cozinhas domésticas. Esta área trata da ventilação em geral. No entanto, não vamos olhar para os extratores, mas para as aberturas.

Recomendações sobre respiros de cozinha

As normas a serem aplicadas são obrigatórias, mas existem outras diretrizes de ação e recomendações cujo objetivo é maximizar os benefícios proporcionados por esses elementos de ventilação.

Dentre eles, podemos destacar:

Evite a obstrução das grelhas por armários ou outros elementos de mobiliário.

Utilize um sistema de ventilação de duplo fluxo que permite a extração do ar viciado e, por sua vez, a entrada do ar filtrado para renovar a atmosfera interior da sala.

Combine a ação dos respiradouros com a ventilação natural abrindo janelas e / ou portas.

Utilização dos sistemas de extração (exaustores, exaustores) presentes na zona de cozimento para limitar o acúmulo de fumos, gases …

Evite umidade e odores que podem levar a uma má qualidade do ar que afeta a saúde e o bem-estar das pessoas presentes na cozinha.

Possíveis grades usadas em cozinhas domésticas

Por último, mas não menos importante, estão os diferentes tipos de grades que geralmente são instalados nas cozinhas domésticas.

Um dos fatores que influenciam no número, tipo e localização das grelhas é o uso ou a ausência de gás.

No primeiro caso, a cozinha deve ser equipada com grelha a poucos centímetros do solo se for utilizado gás natural e, no caso do gás propano ou butano, deverá ser instalada uma segunda grelha junto ao teto.

Essas grades devem ser fixadas de forma que a ventilação seja contínua. Ao contrário de cozinhas sem utilização de gás, onde as grelhas podem ser reguláveis.

Dada esta peculiaridade, vamos discutir a seguir os tipos de grades que podem estar presentes nas cozinhas domésticas.

Grelhas de descarga: possuem lâminas reguláveis ​​individualmente para permitir a regulação da amplitude e da altura do fluxo de ar que é impulsionado. Este tipo é o mais comum em cozinhas domésticas.

Outros modelos que podem ser colocados na cozinha são:

    Grades de piso: normalmente são colocadas na parte inferior de portas ou divisórias e podem ser utilizadas tanto para a extração como para a respiração do ar.

    Grades de trânsito: também localizadas em portas ou divisórias, têm como função a livre circulação do ar e, via de regra, impedem a entrada de luz.

    Grelhas de ventilação: permitem a ventilação dos aparelhos encastrados presentes na cozinha. Geladeiras, máquinas de lavar, fornos ou microondas são alguns exemplos de aparelhos cujo desempenho e manutenção é implementado com a instalação dessas grades.

    Grades de entrada de ar externas: como o próprio nome sugere, são grades que permitem a entrada de ar externo ao mesmo tempo em que evitam a entrada de água da chuva e outros elementos derivados dos fenômenos atmosféricos.

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Usos e vantagens da filtração em cozinhas e restaurantes com filtros eletrostáticos

A extração de fumos e odores em cozinhas tem sido amplamente tratada por sistemas de ventilação convencionais, porém, em alguns casos, existem situações e instalações que estão fora do normal e requerem diferentes estudos e análises. Por isso, novas tecnologias estão se abrindo para dar uma solução adequada, neste caso falaremos dos filtros eletrostáticos que chegaram ao mercado de cozinhas como uma boa alternativa para controle de fumaça e odores, vamos ver do que se trata.

Filtração em Cozinha
Filtração em Cozinha

O que é um filtro eletrostático?

Na ventilação costuma-se instalar filtros para retirar qualquer poluente presente no ar, isso não é exceção dos filtros eletrostáticos, e como o próprio nome indica, é um elemento responsável pela limpeza do ar por meio da Interação de o filtro com as partículas, ao passar por ele, é induzida uma carga elétrica para que sejam facilmente atraídas pelo coletor, é como se tivessem um ímã que as atrai, assim é mais fácil capturá-las.

Posso usar na minha cozinha?

Os filtros eletrostáticos podem ser utilizados em qualquer cozinha comercial ou industrial, são elementos que devem ser considerados desde o momento do planejamento da construção, ou seja, desde o projeto, visto que é necessário contemplar os espaços disponíveis para sua manutenção, as perdas de pressão geradas na o sistema de ventilação, seu custo, requisitos elétricos e de instalação.

Não são elementos para cozinhas residenciais, pois se tratam de equipamentos robustos que, em sua maioria, suportam vazões superiores às utilizadas nessas aplicações e requerem espaços e condições de instalação provavelmente não encontrados em apartamentos e residências comuns.

Cabe esclarecer que os filtros eletrostáticos não são usados ​​apenas em cozinhas, eles têm muitas mais aplicações industriais, para controle de resíduos gasosos, fumaça, entre outros.

Que vantagens tenho ao instalar um filtro eletrostático?

Temos visto restaurantes e empresas de alimentos com ações judiciais e processos criminais para a descarga de seus sistemas de extração em locais onde os fumos e odores já atingiram seus vizinhos, portanto, destaco esta primeira vantagem por ser uma das mais interessantes que possui este tipo do sistema e reduzir os fumos e odores a taxas muito baixas, uma vez que podem ser alcançadas taxas de purificação de 95% nos fumos e 80% nos odores. Esses valores podem variar, pois dependem da marca a ser instalada.

Da mesma forma, outra vantagem que possui é que geram pouquíssima pressão no sistema, pois ficam em torno de 40 e 50 Pa, embora seja uma pressão baixa deve sempre ser considerada, no caso de um sistema já instalado deve-se verificar se o ventilador Existente pode ser configurado para as novas condições de pressão.

Da mesma forma, devido à sua filtração eficiente, reduz o acúmulo de graxa nos dutos, este é um bom sistema para locais onde o acesso para limpeza dos dutos é muito difícil, um filtro eletrostático instalado de forma inteligente poderia reduzir consideravelmente este problema.

E um último é para locais onde não há saída para o exterior e apenas o ar pode ser descarregado internamente, pode-se fazer uma passagem dupla, ou seja, uma dupla filtração, isso geraria um índice de eficiência de 99%, e o ar pode ser descarregado para o ambiente interno.

Por fim, os filtros eletrostáticos são uma alternativa muito boa a se considerar quando é necessária uma descarga de ar com baixo teor de poluentes, porém, uma avaliação prévia por um especialista deve sempre ser feita antes de se decidir, neste as diferentes possibilidades devem ser avaliadas, pois podem ser um pouco mais caros do que um sistema convencional. Por se tratar de um equipamento adicional que auxilia no sistema de ventilação padrão.

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Dicas e recomendações para ventilação adequada em edifícios industriais.

Edifícios industriais são construções nas quais, devido às suas características, costumam ocorrer problemas de ventilação. As atividades neles realizadas costumam ser intensas o suficiente para que apareçam problemas relacionados à qualidade do ar, por isso é fundamental que sejam bem ventilados.

Dicas e recomendações para ventilação adequada em edifícios industriais.

Portanto, é importante que esse tipo de ambiente tenha ventilação adequada, que limpe o ar viciado de dentro e o renove com o ar de fora. Claro que vai depender das características do navio, da sua dimensão, dos trabalhadores e do tipo de atividade desenvolvida.

O que é ventilação em edifícios industriais?

Basicamente, a ventilação em edifícios industriais é a renovação do ar interno por meio de um sistema de extração do ar viciado para o exterior. Graças a essa ventilação, é possível garantir a qualidade do ar, reduzir a concentração de gases ou partículas para níveis adequados e evitar a entrada de patógenos.

Para ventilar ou renovar um local, sala ou armazém industrial, devemos fornecer ar de um lado e extraí-lo do outro. Esta renovação do ar vai depender das características das instalações, das alterações sofridas pelo ar no seu interior e do calor que é libertado em função da atividade, especialmente no sector industrial.

Como é medida a renovação do ar interior?

A renovação do ar em uma determinada sala ou edifício industrial é medida por meio do fluxo de ar, por meio de um anemômetro ou instrumento similar. Esse fluxo será proporcional ao volume do edifício industrial. É medido em m3 / h.

O fluxo de ar necessário (Q) é calculado da seguinte forma:

Q = Volume da planta x renovações por hora

Por exemplo, vamos imaginar um armazém com um volume de 1.000 metros cúbicos. Levando em consideração que, em geral, em edifícios industriais são necessárias cerca de 7 renovações de ar por hora, o fluxo de ar será o seguinte:

Q = 1 000 m3 x 7 renovações x hora = 7 000 m3 / h

Em outras palavras, uma vazão de 7.000 m3 / h será necessária para renovar corretamente o ar nesta sala.

Além disso, ao ventilar edifícios industriais, é importante levar em consideração a pressão necessária para vencer a resistência oferecida pela instalação, que é medida em mmwca.

Tipos de ventilação em edifícios industriais

Não existe um tipo de ventilação ideal para todos os edifícios industriais, pois depende de diversos fatores, entre os quais se destacam as dimensões do armazém, os materiais utilizados na construção, as substâncias presentes, o número de trabalhadores ou o tipo de atividade isso se desdobra.

Portanto, existem diferentes tipos de ventilação em edifícios industriais, dependendo de suas características:

Ventilação forçada ou dinâmica: é um tipo de sistema de ventilação que utiliza ventiladores elétricos que empurram o ar para o exterior de forma a garantir a temperatura desejada na casa e a qualidade do ar. Normalmente, em edificações abertas, esses extratores costumam ser do tipo helicoidal, pois, embora façam muito barulho, apresentam menos perdas de carga, o que é o que realmente importa quando se trata de uma ventilação adequada. São ideais para edifícios industriais em que são realizadas atividades produtivas que podem contaminar o ar ou emitir partículas.

    Ventilação estática ou natural: em armazéns ou instalações logísticas, onde não se emitem tantas partículas ou fumos, pode ser suficiente utilizar extratores estáticos ou naturais que, por meio da pressão atmosférica, extraem o ar de forma natural.

    A ventilação eólica, utiliza extratores que se movem graças à força do vento, ajudando o ar quente a escapar do navio. Normalmente são ideais para navios localizados em locais com muito vento, onde são muito procurados pelo fato de não necessitarem de energia elétrica para funcionar.

Ventilação estática e natural não são recomendadas, pois dependem das condições atmosféricas e podem não ser favoráveis ​​quando a ventilação máxima é necessária.

Com que frequência um armazém industrial deve ser ventilado?

Deve ser ventilado para manter no Limite os níveis de contaminante dentro da Norma NR15

1.3.15.6

CONTAMINANTE LIMITE DE TOLERÂNCIA

– Monóxido de carbono 20 ppm

 – Dióxido de carbono 2.500 ppm

– Óleo ou material particulado 5 mg/m³ (PT>2kgf/cm 2)3 g/m³ (PT

Segundo a LEI Nº 6.514, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1977.

Art . 176 – Os locais de trabalho deverão ter ventilação natural, compatível com o serviço realizado. Parágrafo único – A ventilação artificial será obrigatória sempre que a natural não preencha as condições de conforto térmico.

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Sensores de qualidade do ar: saúde, economia de energia e eficiência

Não é surpreendente que um dos elementos de controle mais exigidos no mercado hoje sejam os sensores de qualidade do ar. É que, se levarmos em conta que nosso modo de vida atual nos levou a viver mais de 80% do nosso tempo em espaços fechados, e que existem cada vez mais condições relacionadas a alérgenos e poluentes, não é incomum que seja assim, pois o controle da qualidade do ar interno em nossas casas e locais de trabalho está se tornando uma necessidade.

Além disso, somos cada vez mais exigentes na procura dos nossos níveis ideais de conforto. Procuramos espaços cada vez mais limpos, mais saudáveis ​​e melhor climatizados. Mas, à medida que nossas sociedades evoluem tecnológica e economicamente, conceitos como conforto, saúde ou segurança também evoluem.

E se é verdade que no local de trabalho se tem registado mais avanços na procura de um ambiente interior saudável, sobretudo devido à obrigação de controlar os fatores de risco, na esfera doméstica ainda há muito por fazer.

Vivemos em uma sociedade dominada por grandes cidades com pouco espaço de desenvolvimento e alta densidade populacional. E há cada vez mais estudos que mostram uma quantidade maior de poluentes em ambientes internos do que externos.

Embora seja verdade que alguns poluentes do ar interno vêm de fora, a maioria deles é liberada dentro do próprio edifício. São os poluentes que as pessoas emitem, por exemplo, através do nosso hálito, os que emanam dos produtos de limpeza, dos próprios materiais de construção, dos móveis, etc… A tudo isso deve ser adicionado o fato de que a umidade e a falta de ventilação podem aumentar ainda mais a poluição do ar interior.

O que é um sensor de qualidade do ar?

Nos últimos anos, temos desenvolvido diversos sistemas de ventilação mecânica controlada e sistemas de recuperação de calor que ajudam a garantir a qualidade do ambiente em espaços habitados. Existem também sistemas de ventilação controlada por demanda que, por meio da utilização de sensores, sondas e comportas, permitem que a vazão necessária seja fornecida e extraída a todo momento de acordo com as reais necessidades de cada ambiente.

Procuramos uma ventilação inteligente que nos permita regular o equipamento de ventilação, com base em dois parâmetros configurados no projeto de instalação. Nesse sentido, os sensores de qualidade do ar são os instrumentos de medição e controle que nos permitem avaliar a qualidade do ar interno do espaço em que vivemos ou trabalhamos.

Estes sensores são responsáveis por controlar os níveis de qualidade do ar interno, iniciando automaticamente o equipamento de ventilação quando os níveis de qualidade do ar ultrapassarem os níveis selecionados.

Da mesma forma, quando o sensor detecta que os níveis de qualidade do ar voltam a ser os corretos, o equipamento de ventilação continuará a operar por um período de tempo ajustável.

AIRSENS CO2

Em nossa linha Habitat temos o AIRSENS Sensores inteligentes disponíveis em três versões diferentes: CO2, VOC e RH. Projetados para criar sistemas de demanda controlada de ventilação sem a necessidade de instalar um controle intermediário. Estes sensores podem ser conectados a ventiladores AC, ECOWATT (EC) ou variadores de frequência VFTM. Você pode encontra-los em nosso e-commerce.

Economia de energia e eficiência

O uso de sensores de qualidade do ar também contribui para:

  • Aumentar a economia de energia e eficiência; Os sistemas de ventilação adaptam sempre o seu funcionamento às condições do ambiente interior, reduzindo o consumo de eletricidade.
  • Aumentar os níveis de conforto em casa; Esses sistemas de controle permitem um ambiente interno mais saudável e limpo.
  • Aumentar a vida útil dos sistemas de ventilação; Qualquer dispositivo ou sistema usado com eficiência aumentará sua vida útil trabalhando menos horas com desempenho otimizado.

Regulamentos sobre ventilação e qualidade do ar

Como as construtoras tendem a construir edifícios mais eficientes e com melhor isolamento, a necessidade de incorporar sistemas de ventilação adequados aos projetos surge mais do que nunca. Para tal, tanto os estudos de arquitetura como de engenharia devem conhecer os parâmetros exigidos ao nível da ventilação nos dois regulamentos básicos aplicáveis ​​nesta matéria: o CTE – Código Técnico da Edificação e o RITE, Regulamento das Instalações Térmicas em Edifícios.

No que se refere aos fluxos de renovação de ar necessários no ambiente doméstico, encontra-se o CTE (Código Técnico de Edificações), no seu Documento Básico de Saúde, onde se especificam os principais requisitos que qualquer edificação deve cumprir para garantir uma ventilação adequada. Esta regra será aplicada em relação às divisões interiores dos edifícios residenciais e instalações que os integram, tais como armazéns de resíduos, depósitos e também parques de estacionamento.

Nesta área, o CTE estabelece que os poluentes que são produzidos regularmente durante o uso normal das edificações devem ser eliminados, de forma que seja proporcionado um fluxo de ar exterior suficiente e seja garantida a extração e expulsão do ar viciado pelos contaminantes com os sistemas de ventilação adequados.

Uma modificação recente deste regulamento estabelece novos requisitos em relação aos fluxos mínimos de ventilação em cada sala. Da mesma forma, considera que a concentração média anual de CO2 nas salas habitáveis ​​deve ser inferior a 900 ppm. Este valor refere-se às concentrações máximas de poluentes referidas a partes por milhão (ppm) de CO2.

Esta norma estabelece uma série de categorias de qualidade do ar interior, denominadas “IDA”, dependendo da utilização do edifício ou instalações. Assim, estabelece como mínimo:

  • IDA 1 (ar de ótima qualidade): hospitais, clínicas, laboratórios e berçários.
  • IDA 2 (ar de boa qualidade): escritórios, residências (instalações comuns de hotéis e semelhantes, residências para idosos e estudantes), salas de leitura, museus, tribunais, salas de aula e salas de aula semelhantes e piscinas.
  • IDA 3 (ar de qualidade média): edifícios comerciais, cinemas, teatros, salas de eventos, quartos de hotel e semelhantes, restaurantes, cafés, bares, salões de festas, ginásios, instalações desportivas (exceto piscinas) e salas de informática.
  • IDA 4 (ar de baixa qualidade)

O RITE também estabelece uma série de parâmetros como a vazão mínima do ar de ventilação externa, a filtração do ar de ventilação externa mínima ou o ar de extração que devem ser levados em consideração para atingir as categorias de ar interno mencionadas acima.

Em suma, a ventilação adequada do edifício será essencial se quisermos alcançar o máximo conforto em nossa casa, especialmente em locais com maior poluição sonora devido ao ruído do tráfego ou outros elementos, que pressupõem o fechamento da ventilação natural. Portanto, é importante ter em mente que os sistemas de ventilação trabalharão de forma mais eficiente e rápida através da medição por meio de sensores de qualidade do ar interno, permitindo também economia de energia.

Por seu lado, o RITE, Regulamento das Instalações Térmicas em Edifícios, estabelece os requisitos que as instalações térmicas que os edifícios devem cumprir em termos de bem-estar e higiene, eficiência energética e segurança. Dentro dessas instalações térmicas, são consideradas as instalações de ar condicionado, aquecimento, resfriamento, ventilação e água quente sanitária.

O RUIDO NA VENTILAÇÃO

O que comumente costuma-se tratar como “ruído” ou “nível de ruído”, tecnicamente é chamado de “pressão sonora”. Os fabricantes de ventiladores normalmente informam a pressão sonora em campo livre, ou seja, sem obstáculos, irradiado de forma esférica, em decibéis na escala A (dBA), do ventilador funcionando no ponto de operação especificado. A escala A é aquela que mais se aproxima da resposta do ouvido humano ao som.

Para um ventilador o ruído será sempre dependente do tipo de rotor, da pressão total, da vazão, do rendimento e da velocidade de rotação dele.

O nível de ruído informado para o ventilador decorre de cálculos teóricos ou de parâmetros obtidos em ensaio de laboratório, e não refletem a influência de aspectos do seu local de instalação, que podem alterar bastante o valor informado. A conexão a dutos na aspiração e/ou descarga, a proximidade de paredes ou outras máquinas e a distância do ponto de medição do ruído, entre outros aspectos, podem alterar significativamente o nível de ruído observado.

O ruído resultante de duas ou mais fontes no mesmo ambiente não é uma soma aritmética. A soma de duas fontes iguais, por exemplo, acrescenta 3dB ao nível de ruído individual, ou seja, duas fontes de 81dBA correspondem a um ruído global de 84dBA.

O aparelho para medição de ruído é o decibelímetro, e os níveis admissíveis para o ambiente de trabalho são definidos na Norma Regulamentadora No.15 do Ministério do Trabalho.

Para complementar esse assunto, temos um vídeo no youtube com o mesmo tema Ruído em Ventiladores.

O que é um motor trifásico?

Características, tipologias e aplicações

O motor trifásico deve sua denominação ao fato de que se alimenta de energia elétrica trifásica. As instalações monofásicas são mais próprias de residências, com tensões que vão de 120 a 230 Volts e potências que ficam abaixo dos 10 kW (15cv).

O uso do motor trifásico é muito difundido em instalações industriais e comerciais. Isso se deve, por um lado, a que resultam ser menores e mais fáceis de manejar que motores monofásicos de mesma potência.

A potência do motor trifásico varia em função de seu uso e são fabricados num universo muito grande de potências, medidas em quilowatts ou cavalos vapor. Geralmente estão destinados ao acionamento de máquinas como bombas, elevadores, ventiladores, gruas, etc.

Partes e componentes de um motor trifásico

Podemos dividir os componentes de um motor trifásico em três partes concretas e diferenciadas. Estas são as seguintes: o estator, o rotor e a carcaça.

Estator

O estator é a parte fixa e opera como a base do motor. Essa parte está constituída por uma carcaça em que se fixam uma coroa de chapas de ferro silício ou aço silício, em que estão presentes umas ranhuras. Nessas ranhuras é onde se encontram, ao tratar-se de um motor trifásico, três bobinas e três circuitos diferentes. Em cada circuito existem tantas bobinas quanto o número de polos que tem o motor.

Rotor

O rotor é a parte móvel que se situa no interior do estator. No eixo se inserta um núcleo magnético ranhurado de aço silício em cujas ranhuras se colocam umas barras de cobre ou alumínio (que realizam a função de condutores) numa disposição que se conhece como “gaiola de esquilo”. Isso se deve a que as barras estão unidas em curto-circuito por dois anéis, na parte superior e inferior, conferindo-lhe uma forma de gaiola.

Cabe dizer também, que existe uma outra disposição dos componentes do rotor, que se conhece como rotor bobinado. Aqui o rotor está rodeado de condutores bobinados sobre ele. Entretanto, o motor trifásico de gaiola de esquilo é mais usado por ser mais fácil de construir e de fabricação mais econômica.

Carcaça

Em último lugar está a carcaça que se constitui, na parte exterior do motor trifásico, geralmente produzida em alumínio ou ferro fundido. Está projetada de tal forma que contém umas cavidades para acolher os componentes essenciais no seu interior. Sobre os mancais é montado o eixo do rotor. Além disso, a carcaça deve estar perfeitamente ajustada para evitar que existam distorções no giro do rotor, tais como vibrações e/ou ruído.

Como funciona um motor trifásico?

Tal como mencionamos acima, o estator está composto por uma estrutura que conforma eletroímãs e por isso essa parte também se denomina indutor. O bobinado em três fases, ao receber uma corrente elétrica, gera um campo magnético que por sua vez “induz” corrente nas barras do rotor. Seu funcionamento está baseado no princípio de indução mútua de Faraday.

Antes de continuar, temos que entender que esse campo magnético se gera precisamente pela aplicação de uma corrente alternada de três fases. A eletricidade de corrente alternada conta com uma onda que muda de negativo a positivo muitas vezes por segundo. Se trata de uma onda chamada “onda senoidal”.

Essa corrente alternada se compõe de três fases, que estão desfasadas 120° entre si. Voltando ao motor trifásico, é a ação dessas três ondas simultâneas la que gera um fluxo magnético que induz corrente nas barras do rotor criando um conjugado motor que põe o rotor em movimento e o faz girar.

Polaridades

A velocidade de rotação de um motor trifásico é definida pela frequência da rede (em nosso caso 60 Hz) e o número de bobinas de cada uma das três fases, assim falamos de 2, 4, 6 e 8 polos.

Os de 2 polos giram a 3500/3600 rpm, os de 4 polos a 1710/1750 rpm, os de 6 polos a 1100/1150 rpm e os de 8 polos a 820/860 rpm.

Na ventilação geralmente quanto menor é o equipamento, mais rápido gira (2 e 4 polos) e a medida que cresce sua dimensão diminui a velocidade (6 e 8 polos).

Vantagens dos motores trifásicos

Essas são as vantagens mais destacadas dos motores trifásicos:

São menores, mais leves e igualam a potência de outros tipos de motores como os de combustão.

O conjugado de giro é elevado e constante, aparte que seu rendimento é mais alto.

Não requerem outros equipamentos para construir sistemas e ademais, requerem pouca manutenção.

São escaláveis e portanto se podem construir em qualquer tamanho.

Estamos à disposição através dos nossos canais de atendimento:
solerpalau.com.br

OS VENTILADORES NA SECAGEM DE GRÃOS

A S&P Brasil Ventilação, antiga OTAM Ventiladores, é uma parceira antiga do mercado agrícola brasileiro, e tem ajudado muito no desenvolvimento tecnológico deste setor. O objetivo final do nosso esforço é, e sempre foi, a redução de custos dos equipamentos, o aumento da qualidade e da durabilidade dos mesmos, bem como o aumento da eficiência energética. Com isso podemos conseguir maior acesso aos sistemas de armazenagem e secagem por parte dos agricultores, com a redução do custo de aquisição, do custo operacional e do custo de manutenção/troca dos equipamentos.

Grãos

Nas aplicações em secadores de grãos, os ventiladores axiais são os mais usados, e tem sofrido atualizações tecnológicas ao longo do tempo. Primeiro nós propusemos a troca de ventiladores de pás fixas, para ventiladores com pás de ângulo ajustável, conseguindo melhores pontos de operação, com consequente melhora de eficiência. Com o aperfeiçoamento dos secadores, começou-se a exigir maiores pressões de trabalho, quando então introduzimos o uso de pás de guia nestes ventiladores, que atuam como amplificadores da pressão de trabalho normal dos equipamentos. Isso tudo acabou levando ao aumento de ruído das instalações, o que nos levou ao desenvolvimento de silenciadores, que são aplicados quando os sistemas são instalados na proximidade de zonas residenciais. Também fomos pioneiros em alterações na forma construtiva dos ventiladores, adaptando-os especificamente às necessidades de montagem nos secadores. Para isso nós desenvolvemos o ventilador axial de painel, que encaixa perfeitamente nos módulos dos secadores.

Também para a aplicação em secadores, conseguimos desenvolver ventiladores centrífugos de dupla aspiração que conseguem trabalhar com ar quente. Para isso projetamos um sistema que garante a circulação de ar ambiente nos elementos críticos da transmissão, que não podem estar sujeitos a altas temperaturas.

Este pequeno retrospecto mostra como a S&P Brasil Ventilação tem participado na história da evolução tecnológica da agricultura brasileira, adquirindo experiência e tradição no segmento econômico que mais tem contribuído para o crescimento do Brasil.

A S&P Brasil Ventilação possui o EF-P tecnologia Ferrari, novidade em ventiladores para a secagem de grãos. Quer saber mais sobre essa solução? Entre em contato com 51 3349.6363 ou comercialBR@solerpalau.com.

OS VENTILADORES NA ARMAZENAGEM DE GRÃOS

A S&P Brasil Ventilação, antiga OTAM Ventiladores, é uma parceira antiga do mercado agrícola brasileiro, e tem ajudado muito no desenvolvimento tecnológico deste setor. O objetivo final do nosso esforço é, e sempre foi, a redução de custos dos equipamentos, o aumento da qualidade e da durabilidade dos mesmos, bem como o aumento da eficiência energética. Com isso podemos conseguir maior acesso aos sistemas de armazenagem e secagem por parte dos agricultores, com a redução do custo de aquisição, do custo operacional e do custo de manutenção/troca dos equipamentos.

A primeira grande alteração em que fomos pioneiros foi a substituição de ventiladores centrífugos com transmissão por polias e correias, por ventiladores com acoplamento direto ao motor, para uso em silos de armazenagem de grãos, há mais de 20 anos atrás. Isso derrubou o custo dos ventiladores e aumentou a eficiência energética, diminuindo também a potência instalada nos silos. De lá para cá alteramos os materiais de construção destes ventiladores, que agora são feitos de chapa de aço galvanizada, com maior resistência à corrosão que os antigos ventiladores pintados. Também passamos a oferecer, para estes ventiladores, a alternativa de rotores com pás em perfil de aerofólio, que aumentam ainda mais a eficiência energética.

Os desenvolvimentos de produtos acima citados foram possíveis graças à nossa estrutura de testes de desempenho de ventiladores, onde conseguimos medir, com precisão, a vazão e a pressão que os equipamentos conseguem atingir, bem como ao suporte de campo dado por nossos técnicos na medição de parâmetros de operação, e acompanhamento do funcionamento dos nossos equipamentos nas instalações realizadas pelos clientes.

Este pequeno retrospecto mostra como a S&P Brasil Ventilação tem participado na história da evolução tecnológica da agricultura brasileira, adquirindo experiência e tradição no segmento econômico que mais tem contribuído para o crescimento do Brasil.